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MATÉRIAS
Em jogo difícil, Brasil vence os Estados Unidos no tie-break e fatura pela 11ª vez o Gran Prix Feminino

10/07/2016 - 11hs30 | Vôlei

Vôlei Feminino
Brasil comemora ponto contra os EUA (Foto: Divulgação/FIVB)

Foi um jogo de tirar o folêgo. Enfrentando as atuais campeães mundiais, o Brasil começou o jogo nervoso e errando muito. Ataque, bloqueio, passe, recepção, saque forçado dos EUA... Tudo parecia dar errado para o Brasil no primeiro set, que teve vitória dos Estados Unidos por 25/18. As americana confirmavam o favoritismo. Mas estavam diante de um time bi campeão olímpico que aos poucos começou a se encontrar. No segundo set, o Brasil colocou a cabeça no lugar. Jaqueline entrou, Dani Lins comandou o saque e os EUA chegaram a errar o posicionamento em quadra. Com calma, a seleção brasileira melhorou e viu os Estados Unidos perderem a facilidade de pontuar do primeiro set. Apesar do equilíbrio no começo, as americanas começaram a errar bastante e com uma postura mais segura, o Brasil foi outro em quadra, vencendo o segundo set por 25 a 17.

O terceiro set também foi muito disputado, mas o Brasil conseguiu a abrir vantagem e chegou a estar com 16 a 12 no placar. Ampliou para 19 a 14. As norte-americanas buscaram e diminiu a vantagem para 1 ponto. 24 a 23 e o Brasil permitiu o empate. José Roberto Guimarães desafiou a arbitragem tendo visto um toque do bloqueio americano. A tecnologia mostrou um sutil toque no dedo da jogadora americana. 25 a 23, o Brasil havia virado o jogo. Os Estados Unidos correram atras no quarto set. Abriram vantagem, viram o Brasil empatar, mas se aproveitaram de algumas falhas para deslanchar no final e fazer 25 a 22. A decisão, tão intensa e emocionante, seria no tie-break.

Apesar de um começo apertado, com os EUA melhor, as brasileiras não demoraram a dominar o set desempate. Dani Lins, deu show no saque e impulsionou o Brasil, que passou a sobrar em quadra. Natalia complicava a vida dos EUA no bloqueio. A seleção abriu 12 a 6 e caminhou com tranquilidade para a vitória. Final de jogo em 3 sets a 2, com parciais 18/25, 25/17, 25/23 e 15/9. Festa em Bangcoc, o Brasil chegou ao 11º título do Grand Prix, com consistência e superando um adversário difícil. A mudança de postura em quadra e a calma diante de um jogo tenso serviram de ótimo treino para as Olímpiadas. Apesar de um nível técnico menor, o Grand Prix deixa o Brasil com moral para buscar o terceiro ouro seguido no Rio, em agosto. Ainda no Grand Prix, a Holanda superou a Rússia por 3 sets a 2, (18/25, 23/25, 30/28 25/21 e 15/9) e ficou com o terceiro lugar do torneio.

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